A ideia
Você manda o tema, a parte do corpo, o tamanho aproximado em centímetros e referências que goste. Se ainda não tem referência, manda só a intenção — parte do trabalho é traduzir isso.
Tatuagem japonesa e pintura autoral feitas na mesma mão. Cada peça é desenhada para uma pessoa — não existe repetição, nem cópia de referência da internet.


Tatuo e pinto. As duas coisas saem da mesma mão e do mesmo estudo: gravura antiga, nanquim, desenho de observação, tinta sobre papel e tinta sobre pele.
No ateliê, o repertório aparece antes da agulha — estudo, decalque e pintura alimentam cada peça que vai para a pele. É esse vocabulário que dá o preto denso e a linha firme que não desmancha com o tempo.




Cada peça aqui saiu do mesmo lugar: desenho autoral feito para uma pessoa. Filtre por série e clique para ver de perto.
Nenhuma peça nesta série.
Peças grandes, cicatrizadas, pele e papel.
Quatro passos, com o que acontece em cada um. O que não estiver aqui eu respondo no WhatsApp — mas 90% das dúvidas morrem nestas linhas.
Você manda o tema, a parte do corpo, o tamanho aproximado em centímetros e referências que goste. Se ainda não tem referência, manda só a intenção — parte do trabalho é traduzir isso.
Eu desenho a peça para a sua anatomia, não para uma folha. Peço sinal para começar o estudo e reservar a data. Desenho autoral: não copio trabalho de outro artista, e explico o que dá para adaptar do que você trouxe.
Sessão com hora marcada, no ateliê. Material estéril e descartável aberto na sua frente, bancada isolada, pigmento profissional. Peça grande vira mais de uma sessão — e o orçamento diz isso desde o começo.
Você sai com o guia de cuidados e com o meu contato para dúvida nos primeiros dias. Peço foto depois de cicatrizado: é assim que eu sei como a peça envelheceu — e é por isso que o acervo tem peça cicatrizada.
Telas e desenhos originais. A pintura não é passatempo paralelo: é onde o repertório da tatuagem é construído, e onde ele aparece inteiro, sem a anatomia no meio.






Tatuador e desenhista em São Paulo. Comecei a tatuar em 2014 e desde então o trabalho se organiza em torno do repertório japonês: irezumi, black and grey, e a pintura em papel que alimenta tudo isso. Atendo no Nave Tattoo, na Vila Madalena, com hora marcada — e faço temporada em Arraial d'Ajuda, na Bahia.
A mensagem já sai com o que eu preciso saber. Quanto mais claro você mandar, mais rápido eu respondo com o caminho e a faixa de valor.
Mapa a confirmar com o endereço do ateliê.
O valor sai de quatro coisas: tamanho, densidade de tinta, complexidade do desenho e tempo de sessão. Por isso não existe tabela por centímetro — peça de mesmo tamanho pode custar muito diferente. Você recebe a faixa e o número de sessões antes de fechar, e o sinal entra no valor final.
Dói, sim — mais em algumas áreas que outras, e mais no fim de sessão longa. O que ajuda: dormir bem na véspera, comer antes, não beber álcool nas 24 horas anteriores e vir acompanhado só se você realmente precisar. A sessão é conduzida no seu tempo.
Traga como referência, não como cópia. Eu não reproduzo trabalho de outro artista. O que eu faço é entender o que te atraiu naquilo — composição, tema, estilo — e desenhar uma peça sua. Isso protege você de ter na pele algo que outra pessoa já tem.
Faço, e é um trabalho de planejamento: parte do resultado depende do que já está na pele, do contraste e da cicatriz. Manda foto da peça atual com boa luz, tirada de longe e de perto, que eu digo o que é possível.
Nas primeiras semanas: nada de sol direto, mar, piscina ou sauna. Limpeza com sabão neutro, secar sem esfregar, hidratação depois dos primeiros dias e protetor solar só depois de fechado — e para sempre, porque sol é o que mais apaga tatuagem. O guia completo você recebe na sessão.
Sim, faço temporada em Arraial d'Ajuda, na Bahia, com data marcada e divulgada no Instagram. Se quiser fazer parte de uma dessas temporadas, avise na mensagem.